CBTKD participa de apresentação do projeto de ocupação do Parque Olímpico

CBTKD participa de apresentação do projeto de ocupação do Parque Olímpico

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A Confederação Brasileira de Taekwondo participou, na manhã desta sexta-feira, da apresentação do o projeto de ocupação das instalações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, apresentado pela Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO), que tem por objetivo tornar o conjunto de instalações olímpicas da Barra e de Deodoro em Centros Olímpicos de Treinamento, maximizando a sua ocupação com um calendário perene de treinamentos, eventos e projetos sociais prioritariamente esportivos.

Durante a reunião – que contou com a presença do Ministro do Esporte, dos membros da AGLO e de representantes de federações, confederações e outras entidades esportivas – Paulo Mello, presidente da AGLO, destacou a necessidade de parceria com essas entidades, a fim de consolidar o projeto apresentado.

“As confederações, federações e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) podem nos ajudar com essa montagem de calendário. Nós fizemos um evento de vôlei de praia em fevereiro, através de uma parceria com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), e já temos outro evento marcado para final de maio, que é um campeonato internacional de vôlei de praia. Esse é um exemplo de parceria que funciona como pontapé inicial da nossa agenda”, exemplificou Mello, durante a reunião, realizada no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. “Dessa forma será possível construir um calendário consistente para levar o legado à população de modo mais confiável e positivo”, complementou.

Por sua vez, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, acrescentou que, além de ajudar na consolidação de calendário de atividades, a parceria com as entidades esportivas ainda será capaz de contribuir na implantação de projetos de iniciação ao esporte e natureza social. “Estamos empenhados para esses projetos darem vida ao legado e para que pessoas consigam enxergar a iniciativa como instrumento de visibilidade do esporte, mostrando que ele tem que ser tratado como política pública de primeira instância”, justificou Picciani.

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