JUSTIÇA HOMOLOGA ELEIÇÃO DA CBTKD

JUSTIÇA HOMOLOGA ELEIÇÃO DA CBTKD

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A última eleição dos dirigentes da Confederação Brasileira de Taekwondo, realizada no dia 24 de abril de 2017, foi homologada pela juíza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura,  conforme publicação da sentença ontem, dia 6 de julho.

Desta forma, os novos dirigentes eleitos com 13 votos do colegiado – presidente Alberto Maciel Junior e vice-presidente Rivanaldo Freitas – têm o aval da Justiça para dar prosseguimento aos trabalhos como gestores da entidade, representando-a em seus cargos diretivos com legitimidade.

De acordo com a supracitada Juíza,  “a Assembleia que elegeu os novos dirigentes foi devidamente e democraticamente conduzida pela Comissão Eleitoral constituída com base no Estatuto aprovado, seguindo todas as determinações deste Juízo, tendo a mesma atuadodentro dos limites de seu poder fixado pelo Estatuto e em estrita obediência as ordens judiciais emanadas deste Juízo e do Tribunal de Justiça deste Estado”.

Acrescentou ainda que “no que tange a impugnação da chapa Avante CTBKD Brasil e, por consequência, sua exclusão do pleito eleitoral por decisão da Comissão Eleitoral, verifica-se que esta última agiu soberanamente dentro dos poderes que lhe foram conferidos pelo Estatuto, não vislumbrando esta Magistrada qualquer irregularidade na decisão da Comissão Eleitoral. Ressalte-se que à época da Assembleia, o candidato da Chapa Avante Brasil estava afastado, por  ordem Judicial da 2ª Vara Criminal Federal, da Presidência da Confederação e que a decisão do Juiz Federal que revogou seu afastamento somente se deu em 06 de junho, muito após a  Assembleia em questão. Registre-se ainda, que o mesmo ainda continua a responder a Ação Penal perante a 2ª Vara Federal da Seção Judiciária Federal do Rio de Janeiro, por suposto desvio de verbas federais do Ministério dos Esportes e que o próprio Estatuto embasa a decisão da Comissão Eleitoral, ainda que este não estivesse afastado do cargo, tendo a decisão da Comissão sido devidamente fundamentada”.

“Sendo assim, entendo que a última eleição dos dirigentes da Confederação Brasileira de Taekwondo deve ser homologada, o que ora faço. A Comissão Eleitoral e a eleição em si respeitaram a vontade soberana do Colégio Eleitoral e todas as decisões judiciais proferidas por  este Juízo e pelo Tribunal de Justiça deste Estado (…)O que há que se ressaltar é que houve, enfim, o cumprimento da sentença, de forma a dar segurança e estabilidade a Confederação de Taekwondo, para que esta possa seguir  caminhos próprios, na direção de todos os seus associados, visando o engrandecimento do esporte e a  proteção de todos os seus atletas, sem que atuações políticas possam desvirtuá-la de seu propósito maior”, formalizou a juíza.

CONFIRA AQUI A SENTENÇA NA INTEGRA.

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